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sexta-feira, julho 24, 2009

a felicidade é relativa


Uma vez dois monges que eram grandes amigos, morreram, um deles renasceu no mundo dos Deuses e por lá andava muito feliz até que se lembrou do seu grande amigo e começou á sua procura, não o encontrando no mundo dos Deuses foi procura-lo nos outros mundos mas não o encontrava, no entanto não desistiu e acabou por o encontrar, ele tinha renascido como um escaravelho que enrolava bosta de vaca, então o monge falou com ele e disse-lhe que era o seu antigo amigo e que tinha renascido como deus, mas o escaravelho não se lembrava de nada. O monge tentou convencer o escaravelho a ir viver com ele explicando-lhe como era bom viver no mundo dos deuses, meio convencido o escaravelho perguntou:
- Ora e diz-me lá nesse mundo que é tão bom tem bosta de vaca?

quarta-feira, abril 22, 2009

A via Budista


O budismo chegou á minha vida, veio muito devagar até ao dia que incentivada pela minha filha fui a um seminário na União Budista, a partir daí senti-me completamente identificada com a filosofia. Tento agora aprender tudo o que consigo e a meditação passou a ser uma prática diária.
Sinto que estou no caminho certo para a felicidade

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

História de Buddha


Naquele tempo, a Índia estava dividida em pequenos estados e sua sociedade era dividida em castas. Desde aquela época, já havia uma grande diversidade de práticas religiosas.


Certa vez, a rainha Maya do clã dos Shakyas sonhou com um elefante branco que trazia uma flor de lótus em sua tromba. Ela contou este sonho ao seu marido, o rei Shuddhodana, mas ele não soube interpretá-lo.
Os sábios brâmanes esclareceram que o sonho era o prenúncio do nascimento de um filho prodigioso: ele se tornaria um monarca universal ou um monge. O nascimento do menino, cercado de eventos auspiciosos, aconteceu no jardim de Lumbini.
Ele seria chamado de Sarvarthasiddha Gautama — "aquele da família Gautama que realiza todas as suas metas" —, logo simplificado para Siddhartha Gautama — "aquele da família Gautama que realiza suas metas".
Um velho eremita brâmane chamado Asita descobriu vários sinais no corpo do bebê e previu que o príncipe se tornaria um ser iluminado. A rainha Maya faleceu uma semana depois de dar à luz e a criança passou a ser cuidada pela tia, Prajapati.

Durante sua infância, Siddhartha foi educado pelos melhores professores do seu tempo e atingiu excelência em todos os campos de conhecimento. Ele também desenvolveu grandes habilidades marciais e venceu um torneio de artes militares, obtendo o direito de se casar com sua bela prima Yashodhara.
Na tentativa de entreter Siddhartha, o rei Shuddhodana deu a ele três grandes palácios, onde desfrutava das melhores comidas, bebidas, vestimentas e prazeres.
Quando Siddhartha saiu pela primeira vez dos palácios, ele se encontrou com um velho, um doente, um morto e um asceta. Angustiado com o que viu, o príncipe fugiu para a floresta a fim de se dedicar à prática espiritual e encontrar o fim do sofrimento.
Seu único filho, Rahula, nasceu na noite em que ele decidiu partir. Apesar do coração repleto de afeição pela esposa e pelo filho, ele não hesitou em deixar seus palácios para buscar o caminho da prática espiritual. Como símbolo de sua renúncia, Siddhartha cortou seus longos cabelos com uma espada.

Siddhartha passou a praticar austeridades na floresta, sendo acompanhado por outros cinco ascetas. Depois de seis anos, ele percebeu que este estilo de vida não traria o fim do sofrimento.
Subitamente, ele compreendeu que a entrega aos prazeres mundanos e ao ascetismo são dois extremos; o ideal é seguir um caminho intermediário, o caminho do meio.
Uma jovem pastora chamada Sujata decidiu fazer uma oferenda de leite e arroz aos seres divinos da floresta. Aquele era um gesto de agradecimento por ela ter conseguido um filho.
Ao ver Siddhartha meditando na floresta, Sujata pensou que ele fosse uma divindade e lhe entregou a oferenda. Siddhartha se alimentou e logo recuperou a saúde.
Os outros ascetas pensaram que ele tinha abandonado sua busca pelo despertar e o deixaram para trás. Siddhartha foi então para Bodh Gaya, onde os seres iluminados do passado atingiram o despertar. Ele se sentou sob a figueira de bodhi e jurou que só se levantaria após atingir a iluminação.

Mara, o demônio do ego, tentou distrair Siddhartha de sua meditação. Suas três filhas — a cobiça, a raiva e a ignorância — tentaram seduzi-lo, mas não tiveram sucesso.
As hordas de demônios tentaram atacá-lo, mas suas flechas, pedras e bolas de fogo transformaram-se em pétalas e faíscas. Siddhartha tomou a terra como sua testemunha e continuou a meditar.
Na primeira vigília da noite, ele contemplou a sucessão de todas as suas vidas passadas. Na segunda vigília, ele contemplou o karma — o modo como as ações e seus frutos condicionam todos os seres. Na terceira vigília, ele contemplou o sofrimento, sua causa, sua cessação e o caminho que leva à cessação.
Pela manhã, Siddharta finalmente atingiu o bodhi — a iluminação, o despertar — e exclamou, "Maravilha das maravilhas, todos os seres são completos e perfeitos, dotados de virtude e sabedoria, mas os pensamentos ilusórios impedem que percebam isso!"
A partir de então, ele passou a ser conhecido como Buddha — o Iluminado, o Desperto — e como Shakyamuni — o Sábio dos Shakyas.

Durante os 49 dias seguintes, o Buddha Shakyamuni permaneceu em meditação. Inicialmente, ele pensou que os seres seriam incapazes de compreender o Dharma, o caminho que leva à iluminação.
Entretanto, um ser divino ajoelhou-se aos seus pés e implorou que ele desse ensinamentos. Cheio de amor e compaixão pelos seres, o Buddha então decidiu transmitir o Dharma.
Buddha Shakyamuni procurou os ascetas que tinham sido seus companheiros e lhes concedeu os primeiros ensinamentos. Eles se tornaram os primeiros monges e assim surgiu a Sangha, ou comunidade buddhista.
O Buddha passou a viajar constantemente para expor o Dharma, atraindo muitos discípulos. Em três meses, sessenta discípulos já tinham atingido a santidade.
Eles foram enviados a várias direções como mensageiros do Dharma, "para o benefício de muitos, para a felicidade de muitos, por compaixão pelo mundo".

O Buddha Shakyamuni visitou o seu reino, dando ensinamentos a seus amigos e parentes, incluindo seu pai, seus tios e seus primos.
Muitos deles tornaram-se monges e entraram para a ordem monástica buddhista.
Seu filho Rahula também foi ordenado como monge noviço e mais tarde atingiu a santidade.
Seu pai, Shuddhodana, atingiu a santidade em seu leito de morte. O próprio Buddha Shakyamuni cuidou de seus funerais.
Após a morte do pai, sua tia Prajapati e sua esposa Yashodhara tornaram-se as primeiras monjas buddhistas.
Seu primo e atendente, o monge Ananda, foi muito importante para o estabelecimento da ordem monástica feminina.
A cada ano, na estação das chuvas, o Buddha Shakyamuni reunia-se com seus discípulos para fazer um retiro.
Generosos benfeitores doaram monastérios para a comunidade buddhista se reunir e fazer seus retiros.
Certa vez, ao fazer um retiro solitário na floresta, o Buddha foi atendido por um elefante e um macaco.
Um temido assassino chamado Angulimala tinha matado 999 pessoas e carregava no pescoço uma guirlanda com dedos de suas vítimas.
O Buddha Shakyamuni seria sua milésima vítima, mas depois de conhecê-lo, Angulimala tornou-se monge.
Com seu amor e compaixão, o Buddha viu que ele tinha capacidade de cultivar a amizade e a bondade.
No futuro, até mesmo Angulimala atingirá a iluminação e se tornará um buddha solitário.
Aos 80 anos de idade, o Buddha Shakyamuni proferiu seus últimos ensinamentos e atingiu a liberação final, ou parinirvana, em um bosque da cidade de Kushinagara. Uma semana depois, seu corpo foi cremado e suas relíquias foram divididas, sendo preservadas em muitos relicários.
Quando desaparecerem todos os ensinamentos do Buddha Shakyamuni, o bodhisattva Maitreya descerá do paraíso de Tushita e renascerá em nosso mundo para se tornar o próximo Buddha

terça-feira, dezembro 16, 2008

Natal


Aí vem mais um Natal das nossas vidas...


Este Natal sente-se uma certa desilusão, só se ouve dizer que está tudo mau... o dinheiro é pouco e a imaginação não supera a vontade de dar mais do que aquilo que podemos, mesmo assim as pessoas enchem as lojas á procura do presente que querem oferecer, o olhar alonga-se naquela prenda ideal que não alcançamos, e é com uma certa tristesa que acabamos por escolher outra coisa mais em conta, ficamos á espera dos saldos para comprar, chega-se a escolher o que queremos, para nessa altura comprarmos, á quem tenha mais tempo e faça com as suas mãos as prendas que quer dar.

Ahhh mas o Natal é muito mais do que isto, é esta vontade de partilhar, é uma nostalgia que chega de mansinho, é a alegria contagiosa das crianças, é também este querer mudar o mundo

quarta-feira, agosto 27, 2008


Aproveitei uma semaninha destas férias para conhecer e desfrutar das belas paisagens que o nosso país tem para nos oferecer desta vez fomos para o Marvão uma serra no alto alentejo muito bonita com um castelo e alguns Menhires. Não ficamos mais do que uma noite pois não havia muito mais para vêr e estava um calor abrasador. Seguimos viagem então para Mérida no pais vizinho que provou ser uma cidade muito bonita tal qual como me diziam, mas mais uma vez o calor era demasiado chegou aos 43 graus e acabamos por ficar na piscina no camping em vez de irmos passear a pé pela cidade, a paragem seguinte foi Vila Real de Santo António, francamente não gostei muito, não propriamente da Vila mas da confusão do parque de campismo com milhares de pessoas, com filas intermináveis para a casa de banho e em particular para os duches e das praias com o mar cheio de algas e um cheiro desagradável, acho que tivemos azar pois não costuma ser assim, mas apesar do calor não nos chegamos sequer á água que apresentava um aspecto verde e mal cheiroso, apressámo-nos por isso a sair dali, fomos para Lagos uma cidade linda e com belas praias, o parque de campismo apesar de pequeno era muito acolhedor e bem pertinho da praia fomos à praia almoçamos e fomos visitar Sagres e várias praias no meio de rochas que faziam pequenos túneis, muito bonito.

Ao fim da tarde fomos passear na marinha e pelas ruas da cidade onde havia musica nos passeios e lojas abertas até tarde.
Depois destes dias por outras terras ao olhar para a paisagem através das janelas da minha casa e concluí que não fica atrás de nada do que vimos, o mar e o pôr do sol são magnificos vistos da varanda de minha casa.

quinta-feira, abril 10, 2008

o poder das palavras

O rapaz olhou a frase que colocaram debaixo da porta: “você será assassinado agora”.
Era uma piada: estava na casa de um mestre, em perfeita segurança.
No minuto seguinte, a luz apagou. Seu coração deu um salto. Começou a escutar passos dirigindo-se para seu quarto. Tentou abrir a janela, mas ela estava trancada. O rapaz ficou apavorado: “estão querendo me matar!”
A maçaneta girou lentamente, a porta rangiu, e um homem alto entrou.
“VÃO ME MATAR!”, o rapaz começou a gritar.
O mestre acendeu a luz, e olhou o rapaz, encolhido de medo.
“Viu como é grande o poder das palavras? Mesmo que não houvesse qualquer motivo para matá-lo, uma simples frase fez com que você acreditasse neste absurdo”.

terça-feira, abril 08, 2008

Declar guerra aos sacos de plástico...


Venho aqui declarar guerra aos sacos de plástico, sabia que uma das maiores ameaças à vida no planeta é todos os dias distribuída aos milhares e gratuitamente em Portugal. Em média, os sacos de plástico são usados durante 12 minutos, mas demoram centenas de anos a decompor-se. A degradação de um saco demora entre 200 a 400 anos.

Centenas de milhares de pássaros, baleias, focas e tartarugas, entre outros animais marinhos, morrem anualmente sufocados por sacos de plástico, por os confundirem com medusas. Isto torna a poluição causada pelos sacos de plástico particularmente perigosa em ambiente marinho.


O que devemos fazer:• Sempre que possível, opte por embalagens de formato maior. Quanto menor a embalagem, mais embalagens serão necessárias para a mesma quantidade de produto; logo, os resíduos serão superiores. Assim, não só se consome menos plástico como também fica mais barato.
• Quando for às compras, prefira o saco antigo, de pano ou rede, ou o saco verde, que têm um tempo de vida muito superior ao dos vulgares sacos de plástico. Não aceite sacos novos se não precisar deles.
• A película de plástico pode ser evitada na protecção dos alimentos. As caixas de plástico, muito duráveis, desempenham a tarefa tão bem ou melhor, substituindo progressivamente tudo o que for descartável. Como podem ser reutilizadas acabam por se tornar mais baratas no médio/longo prazo.
• Compre preferencialmente embalagens com recarga ou com retorno (tara).
Coloque sempre as embalagens de plástico no contentor amarelo

• Não se esqueça de reciclar todas as embalagens de plástico.
• Quando puser as garrafas de plástico no eco-ponto ou mesmo no caixote de lixo, não se esqueça de retirar a tampa. Isto facilita o seu esmagamento, reduzindo o espaço que ocupam e as tampas podem ser usadas para ajudar em causas humanitárias (cadeiras de rodas, por exemplo).


Um material tão útil como o plástico não será facilmente posto de lado pela nossa sociedade. Considerando que a indústria do plástico tem investido muito tempo, esforço e dinheiro para garantir que o impacto ambiental seja tão baixo quanto possível, o problema reside nas consequências que o plástico pode ter no ambiente depois de o usarmos, algo que não podemos continuar a ignorar.

Façam como eu, que levo o minimo de sacos possível do supermercado, eu costumo levar um grande saco do IKEA para o supermercado, as pessoas ficam curiosas e já ouvi uma senhora perguntar porque é que eu fazia aquilo, mas é dando o exemplo que se mudam as mentalidades!