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quarta-feira, setembro 02, 2015

O meu companheiro de 4 patas resolveu um destes dias dar-me uma surpresa ao chegar, vejam só o que ele me preparou,



 e com o ar mais inocente do mundo achou que para eu parar de ralhar com ele o melhor era oferecer-me o tigre de peluche preferido dele...




Perante isto qual seria a vossa reacção???
A minha foi rir sem parar e acabar com um abraço ao meu querido amigo

sexta-feira, agosto 21, 2015

pensamentos soltos

Venho na estrada depois do almoço de volta ao trabalho está calor e cheira a queimado como em tantos verões aqui em Portugal, olho a paisagem que me rodeia e como muitas vezes ultimamente os meus pensamentos vão para a gratidão que sinto em viver num lugar tão bonito, e com tanta gente linda na minha vida como de costume mais uma vez vem-me à cabeça a Luísa, o seu sorriso a sua postura simples e carinhosa, o coração grande que tinha e a forma como escolheu partir.
As suas escolhas fazem-me pensar, comparar e por fim pôr-me no seu lugar, é talvez eu fizesse o mesmo, sabendo que não me conseguiria curar, quando não se pode fazer nada porquê preocupar-mo-nos e preocupar os outros? É melhor viver e ser feliz deixar o dia de amanhã para amanhã.. e aqui pergunto-me e a dôr???  As dores que nos esfaqueiam enquanto tentamos viver mais um dia? Como resistiu ela com um sorriso?
Fica tudo o que vivi com ela cada lembrança torna-se preciosa, cada aprendizagem que tive com ela é para guardar e aplicar no dia a dia da minha vida, por vezes coisas tão simples como um cheiro ou um som levam-me no espaço e no tempo e sou transportada para dentro de uma recordação, tudo se apaga à minha volta e por centésimos de segundo volto a viver algo que guardei na memória com carinho.
Estou a caminho e no meio dos carros que saem da praia para voltarem a casa, volto a atenção para o que me rodeia, os carros passam a grande velocidade. A pressa de viver, própria dos tempos que vivemos.
Para quê correr? cada coisa tem o seu tempo, a vida acaba quando menos esperamos e nem temos tempo de a sentir fluir livremente.

sexta-feira, agosto 29, 2014

Caminhadas com o meu amigo





As manhãs começam com uma caminhada com o meu companheiro de quatro patas, 
sinceramente não sei quem gosta mais se ele se eu.
Vou andando com passos lentos enquanto ele corre à minha frente, outras vezes fica para trás absorvido num cheiro mais interessante por vezes vamos tomar um banho na praia quando ainda não chegou ninguém ele adora e eu fico toda molhada mesmo que não ponha os pés na água. 
Adoro o cheiro fresco das manhãs de verão e os dias começam bem, alegres e felizes


segunda-feira, abril 07, 2014

Um bébé amoroso

Chegou um novo amor à minha vida, vejam como é fofinho


quinta-feira, novembro 28, 2013

Estamos a chegar ao fim do ano

Estamos a chegar ao fim do ano, um ano difícil, 
no verão os incêndios foram muitos e muitas 
vezes postos por mãos criminosas 
como o que aconteceu mesmo ao lado da nossa casa...







Foi também um verão de luta contra a ameaça da construção de um terminal de contentores na Trafaria, um projecto que parece ter sido afastado... 



(será que foi mesmo? Temos ainda muito trabalho pela frente com a requalificação de toda a frente ribeirinha para que estas ameaças acabem de vez)



Com a crise instalada o nosso povo levantou-se em grandes manifestações pedindo a demissão de um governo e de um presidente que têm acabado com a economia do nosso país, um governo que permanece surdo e contínua por caminhos que nos levam à pobreza, à fome, à imigração dos nossos jovens, e à indignação geral.





Estamos a chegar ao fim de ano... 

Normalmente é nestas alturas que fazemos um balanço, que medimos o que fizemos e o que deixamos de fazer. Fiz grandes amizades, conheci pessoas extraordinárias, entrei em muitas lutas, deixei alguns projectos para trás, mas valeu a pena cada momento. 




sexta-feira, outubro 18, 2013

parti o braço...

Em julho parti braço fui de imediato para o hospital
Fiquei à espera algumas dolorosas horas para ser vista pelo ortopedista
quando finalmente me chamaram fui ter à sala de ortopedia que tinha uma porta de correr, fiquei a olhar para a porta sem saber como fazer (com ambos os braços magoados não tinha como abrir) ainda tentei bater à porta mas era impossível alguém conseguir ouvir o meu bater tão leve, tive portanto de pedir ajuda, depois de o médico me observar fui tirar radiografias... mais portas de correr até à sala de radiografias, mas desta vez tinha um botão para abrir, toquei no botão com o nariz e lá consegui passar, tirar a radiografia foi outro tormento e não consegui fazer as radiografias como foram pedidas por ter muitas dores, por isso o médico mandou injectarem-me um analgésico, fui então para a enfermagem e enquanto recebia o analgésico fiquei a ouvir o enfermeiro a falar com a colega com quem estava trabalhar (estavam a trocar de turno) sobre uma velhota de 90anos que estava numa cadeira de rodas no corredor, ele perguntava se a velhota já tinha alta ao que a colega respondeu que sim, mas que ao tentar contactar com os familiares descobriu que a velhota não tinha ninguém...
Depois das radiografias fui fazer uma TAC mas desta vez já tinha a ajuda do meu marido e já estava com o braço engessado depois do diagnóstico de fractura no rádio, ao passar vi que a velhotinha ainda estava à espera fui falar com ela perguntei se estava bem, ela respondeu que sim e que estava à espera para ir para casa, e que a Liga dos Amigos do Hospital de Almada (grande trabalho que eles fazem aqui neste hospital) é que a ajudavam e iam levá-la, continuou a contar que vivia sózinha que tinha um restaurante no andar de baixo que lhe levavam as refeições, mas que ela comia muito pouco, os seus olhinhos reflectiam a solidão da sua vida, mas tinha um sorriso de quem mesmo assim se acha afortunada por ter alguma independencia era magrinha e simpática e com muita vontade de conversar, eu fui dizendo que também eu comia pouco e que sempre fui assim ela achou engraçada a minha história de como quando era pequena eu consegui ludibriar a minha mãe fingindo que comia tudo mas a verdade é que deitava para o lixo o que estava no prato, o seu sorriso cresceu e iluminou os seus olhos, e partilhou comigo mais algumas coisas mas eu tinha de ir e despedi-me dela desejando de todo o coração que fosse feliz, mas ela ficou no meu pensamento, pensei nos muitos velhotes que temos a viverem sózinhos, que estão a ser cada vez mais penalizados por politicas anti-sociais, numa fase da vida em que estamos frágeis e que precisamos de compreensão e paciencia, somos postos à margem e constantemente esquecidos....

terça-feira, março 26, 2013

A nossa turma de yoga

No fim do ano de 2012 a nossa turma de yoga fez uma pequena festa


Fiz um OM com velinhas que depois foram apagadas por cada um de nós com um desejo de paz, amor compreensão, respeito por todos os seres